Que pena!
Essa foi a frase que lhe ocorreu...
Esperava um bater forte no peito, um gelo nas mãos e... nada aconteceu. “Que pena!" - ela pensou. Achou que fosse “ele”... Será que era por isso que adiava um reencontro? Para não frustrar suas expectativas e poder continuar alimentando um amor que nem sequer se manifesta?
"Que vazio é esse?" - Ela se perguntou.
“Eu te amo, mas, porque inexplicavelmente amo em ti algo mais do que tu, eu te mutilo.” (Lacan, 1990)